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actoúnico

July 30, 2010

16:34

“Johanna Altvater Zelle foi para a Ucrânia ainda solteira, com 22 anos, e tornou-se secretária de um comissário distrital, Wilhelm Westerheid. Os sobreviventes recordavam-se dela como sendo a famosa Fraulein Hanna e acusaram-na, entre outros crimes, de ter esmagado a cabeça de um bebé de um ano contra o muro de um gueto e de ter lançado várias crianças pela janela de um hospital improvisado, provocando a sua morte. No início dos anos 60, em Haifa, Israel, um dos sobreviventes, Moses Messer, comentou com os advogados: ‘Nunca vi tamanha crueldade numa mulher. Jamais esquecerei aquela cena’.
Testemunhas descrevem-na como tendo cabelo curto, louro e feições masculinas. Usava calças, referiram, e gostava de montar sem sela. De regresso à Alemanha, Johanna Altvater Zelle casou-se, tornou-se funcionária da assistência social, na sua terra natal, Minden, trabalhando em casos relacionados com jovens, e adoptou um filho.”

- “Hococausto. Uma tragédia representada por mais mulheres do que se pensava” - Jornal i, 30/07/2010 (artigo original do New York Times)

00:10


n ouvia há algum tempo. still love her. continua tão genial como sempre.

July 28, 2010

21:57

38 - V
[..]

Y ya en la zona del más puro menos
colocar todavía un signo menos
y empezar hacia atrás a unir de nuevo
la primera palabra,
a unir su forma de contacto oscuro,
su forma anterior a sus letras,
la vértebra inicial del verbo oblicuo
donde se funda el tiempo transparente
del firme aprendizaje de la nada.
Y tener buen cuidado
de no errar otra vez el camino
y aprender nuevamente
la farsa de ser algo.

Roberto Juarroz

July 27, 2010

21:58

Algunos de nuestros gritos
se detienen junto a nosotros
y nos miran fijamente
como si quisieran consolarnos de ellos mismos.

Algunas palabras que hemos dicho
regresan y se paran a nuestro lado
como si quisieran convencernos
de que llegaron a alguna otra parte.

Algunos de nuestros silencios
toman la forma de una mujer que nos abraza
como si quisieran secarnos
el sudor de las ternura solitarias.

Algunas de nuestras miradas
retornan para comprobarse en nosotros
o quizá para permitir que nos miremos desde enfrente
como si quisieran demostrarnos
que lo que nos ocurre
es una copia de lo que no nos ocurre.

Hay momentos y hasta quizá una edad de nuestra imagen
en que todo cuanto sale de ella
vuelve como un espejo a confirmarla
en la propia constancia de sus líneas.

Así se va integrando
nuestro pueblo más secreto.

Roberto Juarroz - 19 - VI

July 26, 2010

21:59

[..]
O tal vez crear un habla de intersticios,
que reúna los mínimos espacios
entreverados entre el silencio y la palabra
y las ignotas partículas sin codicia
que sólo allí promulgan
la equivalencia última
del abandono y el encuentro

Roberto Juarroz

July 23, 2010

18:52

themanwhosavedhosownlifelookingup

by Henk Visch
2004 Bronze.

July 20, 2010

01:44


01:30

interesting the dialogue between the acknowledgement that we learn to see through the eyes of our forefathers and the need to break convention to see in new ways.

In the words of cyril connolly, calling for a massacre of convention somewhere in 1935:

“and all novels dealing with more than one generation or with any period before 1918 or with brilliant impoverished children in rectories or with the following regions which i understand are going to be preserved from novelists by The National Trust: The Isle of Wight, The isle of Purbeck, Hampshire, Sussex [..]” (and he really keeps on, see http://img.skitch.com/20100720-bd9kyfd3bssgrd5piya761yrn8.jpg).

On the other side of the coin we have the dialogue between the several ways we learn to see or to write about certain phenomena, and how from that dialogue new forms always keep emerging and humanity keeps on shaping and enriching itself in that voyage. Or as Daniel Blaufuks said in a recent interview:

“Ele diz que um judeu lê um livro com um lápis na mão. Para quê? Para escrever outro livro a partir desse livro. E aqui foi o que aconteceu. Escrevi um livro a partir de outro livro, do Sebald. É uma ideia muito bonita: tudo é transmissão. Tudo vai dar noutra coisa e noutra coisa e noutra coisa. E isso, no fundo, é a história da humanidade. Todas as estórias vão tendo continuidade através das gerações. É o que faz nós sermos seres humanos. Embora às vezes nos esqueçamos disso.” [sobre Terezín, na edição de 16 Julho 2010 do Ipsílon - Jornal Público]

July 19, 2010

17:27

TOMORROW, IN A YEAR (The Knife) - Sara Hernandez

Don’t really know why i like this so much. Maybe the attempt to explain by formulae living creatures. Atom(ized) beauty. And the monster within the butterfly’s head.

By Sara Hernandez, from The Knife’s Tomorrow in a Year.

July 8, 2010

14:15

Vivir es estar en infracción.
A una ley o a otra.
No hay más alternativas:
no infringir nada es estar muerto.

La realidad es infracción.
La irrealidad también lo es.
Y entre ambas fluye un río de espejos
que no figuran en ningún mapa.

En ese río todas las leyes se disuelven,
todo infractor se vuelve otro espejo.

Poesia Vertical, Roberto Juarroz

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